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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Greve no Hblem permanece em Itabuna

Os funcionários do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, que estão em greve desde a última segunda-feira (27) por conta do atraso no pagamento dos salários de novembro e do 13º salário, decidiram em assembléia  pela manutenção do movimento.

De acordo com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindserv), a Prefeitura havia se comprometido a pagar apenas aos trabalhadores que recebem até dois salários mínimos, deixando os demais para receber assim que a Sesab fizesse o repasse das verbas do Hblem. Mas o fato é que dirigentes do Sindserv entraram em contato com a Secretaria Estadual de Saúde e receberam a informação de que a transferência dos recursos já tinha sido realizada.

Por conta disso, os trabalhadores decidiram que só voltam às atividades quando todos receberem sua remuneração. “Só vamos levantar acampamento quando for pago”, declarou Wilmacy de Oliveira, diretora de imprensa do SINDSERV (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais).

Fonte: Diário Bahia

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Servidores Municipais de Itabuna ameaçam paralisar

Servidores da Prefeitura de Itabuna, liderados pelo Sindicato dos Servidores Municipais (Sindserv), acamparam novamente na porta da prefeitura na manhã desta quarta-feira (17). Já havia acontecido uma greve em 21 de setembro e outra no dia 4 de outubro. Segundo os manifestantes, o descaso da administração para com os servidores levou as reincidentes manifestações.

As motivações das insatisfações são as mesmas: mudanças nos contracheques dos funcionários, que viram a remuneração encolher com o corte de comissões, horas extras e adicionais. Os descontos foram justificados pela administração municipal como uma necessidade, frente ao excesso da folha de pagamento.

Os contracheques de alguns servidores foram reduzidos em até 90%, mudando consideravelmente, o padrão de vida desses trabalhadores. “O nosso maior erro foi acreditar nas promessas da gestão presente e recuar. Desta vez não vamos sair daqui até tudo ser resolvido”, declara Vilma de Oliveira, presidente do Sindserv.

Fonte: Radar Noticias

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Acaba greve dos médicos peritos

Depois de 84 dias de greve, os médicos peritos da Previdência Social retornam hoje (14) ao trabalho. Segundo o vice-presidente da Associação Nacional dos Médicos Peritos, Emanuel Santiago de Menezes, a entidade orientou a todos os associados a voltarem às atividades em cumprimento à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

“Ainda não fomos comunicados, mas uma decisão de Justiça a gente cumpre. Vamos contestar a decisão por meio de um agravo regimental. Pediremos para ser revista a decisão de ilegalidade da greve”, afirmou Menezes.

Ontem (13), o ministro do STJ Humberto Martins determinou que os peritos retornem ao trabalho a partir desta terça-feira. A decisão foi publicada hoje (14) no Diário da Justiça Eletrônico.

Segundo a associação, o ministro reconsiderou decisão liminar anterior e entendeu ilegal e abusiva a greve dos médicos peritos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A continuidade da greve acarretaria no pagamento, pela associação, de multa diária de R$ 50 mil e no corte da folha de ponto dos peritos que faltarem ao trabalho a partir da publicação do ato.

A entidade convocou os médicos peritos para uma nova assembleia na próxima sexta-feira (17). O objetivo é analisar a decisão da Justiça e os próximos passos do movimento.

Fonte: Informe Geral Itabuna

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Greve da Polícia Civil dará início na segunda



O Sindicato dos Policiais Civis (Sindipoc) decidiu paralisar as atividades nos dias 19, 20 e 21 de julho, inicialmente, em protesto pela mudança da jornada de trabalho - o antigo regime de 24 horas de plantão por 72 horas de folga foi substituído por 12 horas de plantão e 24 horas de folga para quem trabalha e de dia e 12 horas de plantão e 48 horas de folga para quem trabalha à noite. Na assembleia realizada nesta terça-feira, o sindicato também disse que irá paralisar as atividades nos dias 26, 27 e 28 de julho e 2, 3 e 4 de agosto. Em nota divulgada nesta quarta-feira pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), o delegado geral Joselito Bispo disse que o ponto dos policiais que aderirem à paralisação será cortado. “A administração não vai tolerar paralisações abusivas, que ofendam o direito de greve nas atividades essenciais e indispensáveis ao bem estar do cidadão”, disse